Santiago Pérez Haz, além de apanhar percebes, desenvolveu uma gama de produtos de charcutaria fina que inclui patê de percebe, croquetes de algas com percebes, percebes embalados e doce de algas.
Este exemplo ilustra como as algas podem ser incorporadas na oferta culinária local como um ingrediente que diversifica a gama e acrescenta valor para aqueles que vivem do mar.
No BIOCHAINS Atlantic, estamos a trabalhar para garantir que utilizações como esta – que vão desde a pequena escala artesanal até à produção industrial – sejam apoiadas por cadeias de valor organizadas para micro e macroalgas nos setores alimentar e cosmético em toda a Área Atlântica.